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Etanol

O etanol é utilizado em grande escala no País, especialmente como combustível alternativo e complementar aos derivados do petróleo.

Substância líquida e inflamável é obtida, no Brasil, a partir da fermentação da cana-de-açúcar, sendo sua fórmula química C2H5OH. 

No começo dos anos 70, devido à crise energética, o etanol ganhou o auge. O uso fundamental tem sido como substituto da gasolina, pois sua mistura aumenta a octanagem de forma adicional e permite reduzir o emprego de chumbo tetraetilo com ação cancerígena.

Além disso, a substituição total da gasolina por etanol permite reduzir nos gases de escape o monóxido de carbono e o óxido de nitrogênio, que são muito nocivos à saúde e ao meio ambiente. O uso intensivo de etanol como aditivo à gasolina e como combustível exclusivo na forma de hidratado, desde meados da década de 70, vem propiciando ao Brasil significativa economia de divisas, particularmente, em razão das importações de petróleo.

Tipos de etanol que produzimos : Anidro e Hidratado

O etanol hidratado é o etanol comum vendido nos postos, enquanto o etanol anidro é aquele misturado à gasolina. A diferença entre os dois diz respeito à quantidade de água presente em cada um deles. O etanol hidratado combustível possui em sua composição entre 95,1% e 96% de etanol e o restante de água, enquanto o etanol anidro (também chamado de etanol puro ou etanol absoluto) possui pelo menos 99,6% de graduação alcoólica.

 

Tipos de açúcar que produzimos:

Açúcar Cristal

Açúcar VHP

Very Hight Polarization Açúcar tipo exportação. Consiste num açúcar utilizado como matéria-prima para outros processos, também em cuja fabricação o tratamento do caldo é mínimo ou nenhum e cuja massa cozida sofreu lavagem reduzida durante a centrifugação.

Energia

A geração de energia elétrica nas usinas se dá a partir da biomassa, utilizando-se como matéria-prima o bagaço da cana-de-açúcar.

Durante muito tempo, o bagaço era considerado um peso para as usinas. Quando muito era queimado nas caldeiras. Hoje a maioria das usinas sucroalcooleiras é autossuficiente na produção de energia elétrica, graças ao uso do bagaço.

O excedente da energia gerada é comercializado no mercado. Indústrias, de sucos cítricos, de papel e celulose, de esmagamento de soja e outras que dispõem de caldeiras apropriadas também usam esse subproduto para gerar vapor e energia elétrica. 

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